terça-feira, 14 de abril de 2026

Delírio de dar... Amor





Ano: 1986

Direção: Norberto Ramalho

Direção de fotografia: Rubens Eleutério

Sinopse: Um carinha anuncia que vai contar a história de suas três tias, e em seguida avisa: "Este filme de merda não tem história nenhuma."

Elenco:

Priscila Presley (Priscila Presle)
Greice Megge
Will Roberto
Denize Dumon (Ou Cleonice Dumon?)
Henry Pepper
Ana Madrini (Ou Ana Machado?)
Francisco Viana
Desiran Santos
Katia Alves

Download pelo DepositFiles: Delírio de dar... Amor

Paulistano nascido em 1948, Norberto Ramalho chegou ao Cinema da Boca por volta de 1977, trabalhando inicialmente como ator e gerente de produção.

Esse cargo ele exerceu em vários filmes a ponto de, em 1984, sentir-se maduro para fundar a sua própria produtora, a Boca Filmes. Na primeira realização, com cenas explícitas, escreveu roteiro e co-dirigiu. Posteriormente, seguiu só por esse caminho de sexo explícito.

Em 1987 o filme teve problemas com a Censura, com o título original do filme "As Taras de Uma Freira" ou "Taras sexuais de uma Freira". A denominação religiosa foi abreviada para "Taras de uma F...", renomeado depois para "Delírio de dar... Amor".






As Colegiais com o Diabo no Corpo / As Colegiais que Fazem Tudo (1992)





Ano: 1992
Diretor: Carlo Mossy (Creditado como Giselle H.)
Atrizes: Camila Matarazo /Cristina Lamé / Joyce Serdan / Paula Lamy / Taty Buena
Atores: Henrique de Miranda / Gomes Carvalho / José Luiz

Download pelo Depositfiles: As Colegiais com o Diabo no Corpo


"As Colegiais com o Diabo no Corpo" e "As "Colegiais que Fazem Tudo" não são dois filmes diferentes, são o mesmo, ás vezes relançavam os filmes com títulos diferentes. 

A história é.... Tosca.

O filme é ruim, não esperem um "Garganta Profunda" tupiniquim, mas era o que se tinha á mão na época, no início dos anos 90 ainda havia muito pouco pornô produzido no Brasil, grandes produtoras ainda não existiam, por exemplo, a Brasileirinhas só foi fundada em 1996.

Ponto positivo, as atrizes são naturais, elas tem aquela de cara da mina que você encontra na padaria quando vai comprar o pão pela manhã.

Destaque para a Paula Lamy no papel de Paulinha Babaca, que lá pelos 33 minutos do filme faz uma pergunta extremamente relevante para a trama da história, e levanta uma das maiores questões filosóficas até hoje existentes no pornô.


Paulinha Babaca, a Filósofa



Curiosidades:

O diretor, Carlo Mossy (usando o pseudônimo de Giselle H.) já possuía uma vasta experiência na pornochanchada, gênero que pavimentou o caminho para chegada do pornô no final dos anos 70.

Lembro de ter lido em algum lugar, que ele teria utilizado o pseudônimo feminino (Giselle H.) porque a ideia de uma mulher como diretora de pornôs seria algo mais chamativo para o público da época, e também lembro de ter lido algo sobre atores ou funcionários reclamando de ainda não terem sido pagos, mesmo com os pornôs dele fazendo um relativo sucesso na época.

Abaixo, todos os pornôs que Carlo Mossy dirigiu como "Giselle H."

Colegiais com o Diabo no Corpo.(1992)
O Teste.........................................(1990)
A Virgem e o Fotografo...............(1990)
Ninfetas Profundas.......................(1990) Nesse filme temos a PRIMEIRA APARIÇÃO do Kid Bengala (Creditado como Montgomer Sill)